SSiri Branding e Design Estratégico
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O assunto dessa semana abrange a política, passa pelo futebol e vai as escolas. Calma, ainda estamos falando de marcas, mais especificamente, o cuidado com a marca pessoal, o personal branding.

O personal branding é, como o nome diz, a gestão da marca pessoal, é um conhecimento que todos nós devíamos ter, para podermos exercer uma melhor gestão da nossa marca, da nossa reputação. Serve muito para aqueles micro-empresários ou marcas que se apoiam no talento de uma pessoa, como um estilista, um designer, um jogador de futebol, o presidente do STF....



Este último, Joaquim Barbosa, o homem que está condenando e botando bandidos seculares onde deveriam, e vem conquistando o país, sendo citado como herói. Não sou muito ligado a política e vejo muitas pessoas que não são também, idolatrando-o. Isso é a marca pessoal dele, é a percepção que temos sobre sua pessoa, um homem justo e honesto. Se sua marca for bem administrada, ou seja, se sua conduta se manter a mesma, ser presidente, por exemplo, será uma tarefa fácil para este homem. Porque ele já conquistou essa reputação, essa marca.

Claro que por ele ter essa marca, tudo o que se espera dele é uma coerência com ela, por exemplo, se um parente dele for julgado no tribunal e for culpado, se espera que ele o condene com a mesma força que todos. É assim que é ter um posicionamento, você abre mão de algumas coisas, e cria deveres de outras para que sua marca seja percebida com aquele posicionamento.

Quem não gostaria de um Brasil sem corrupção? Conseguem pensar num nome pra isso, hoje? É, esse é o poder de uma marca, que, lógico, só foi percebida porque é verdadeira, porque ele foi atrás dos seus valores, ele fez por merecer, mais importante, proporcionou essa experiência para todos.

Isso é branding, personal branding. Transpor uma marca verdadeira que estratégicamente trará os beneficios de diferenciação e valorização de algo, porque isso é aplicável para tudo, principalmente pessoas, já que reputação é marca.



É por isso que defendo que o branding deveria ser ensinado no colégio, como matemática e português, quer ensinamento melhor do que aprender a usar valores pessoais, relaciona-los a um posicionamento na área que você quer usar (e digo isso até fora do ambito profissional), e poder se apresentar, verdadeiramente como você é, sabendo utilizar seus valores de forma a ajudar você a se destacar nessa área?

Saber como se comunicar a partir desses valores, por exemplo, fazer um currículo que expresse esses valores para você saber direcionar qualidades para os campos certos, ensinar que ações do dia dia podem conflitar com os valores que você preza e expressa para que você não faça algo que vá contra o que você diz, entre outros beneficios de saber cuidar de um posicionamento, saber cuidar da sua marca. É um bem extremamente valioso e importante pro resto da vida, não só no âmbito profissional, como também no pessoal!

Além deste âmbito mais pessoal, como disse no começo do post, o personal branding serve muito para marcas que são pessoas, veja por exemplo a R9 que era do Ronaldo Fenômeno, e mais recentemente a NJR, do Neymar. São pessoas com marcas bem definidas em sua profissão que também coincidem com sua personalidade, então cria-se um simbolo para que essa marca seja mais lembrada até por pessoas que não gostam do esporte. Consegue pensar em mais marcas personificadas em alguém? Existem inúmeras, não é? E muitas vezes, elas são mais fortes que as corporativas, porque são mais humanas (claro! é uma pessoa) e conseguem ter uma relação mais fácil com seu público.


Marca NJR, do Neymar, o logo remete a camisa 11 achado nas letras do logotipo. (pessoalmente, acho que uma marca deveria simbolizar o estilo de vida e jogo marcante do talento, seria algo mais irreverente, "moleque", não que o logo não passe algo jovem, mas não é Neymar, falta algo)


Marcas R9 do Ronaldo Fenômeno e LF9 do Luis Fabiano, também acho muito fraco em relação a manifestação de marca, não diz nada.


Como disse, existem milhares de marcas, peguei só de alguns mais famosos no futebol, Lionel Messi tem uma marca argentina clássica, simples e sóbria, um pouco como ele é, porém poderia ser melhor resolvida em seu desenho.

E você? Como está cuidando da sua marca? As pessoas percebem você como você se comunica, como você é?
Este final de semana, estive no Pixel Show, um grande evento de design em São Paulo, e passei no stand do SEBRAE para algumas informações, e surgiu uma conversa sobre sites que fazem aquelas concorrências de logo, onde o cliente fornece o briefing, um montante de criativos faz o projeto, o cliente escolhe qual gostou e só ele é pago. Foi usado como exemplo o logueria.com, que particularmente não conhecia, porém segue o mesmo caminho de todas as outras.

Foi sugerido pois é um modelo de negócio rentável, e, realmente é, rentável. O modelo da preferência à rentabilidade do que para o cliente, faz um monte de criativos trabalhar de graça, e nem perceber, o cliente acha que está economizando dinheiro pelo preço baixo mas não está e ainda desvaloriza a profissão do designer.

Minha resposta foi simples: sou contra esse tipo de modelo. Porque? Além de todos esses lados ruins, que já seriam suficientes, há uma explicação.



Esse é um modelo de criação de identidade de fora pra dentro, onde criativos (usarei o mesmo termo que usam) tentam interpretar o que o briefing propõe sem estarem envolvidos realmente com a empresa ou o projeto, não tem uma base de pesquisas, estratégia e acompanhamento.

Então, ficam vários criativos tomando aquele briefing inicial como verdade absoluta, dando sua interpretação pessoal, quando uma identidade teria que primar pelos interesses da empresa, mas que culpa tem eles? Eles não sabem os interesses, não conhecem a empresa, lembram?

Ainda se o cliente gostar de um e aprová-lo, dizendo que era exatamente o que queria, vem outro problema, o cliente sabe o que quer, mas em 90% dos casos (acredite, é disso pra mais) o que o cliente quer não é o que ele precisa, porque suas escolhas são baseadas em sua opinião pessoal e não do que a empresa realmente precisa, e isso também não é culpa dele, denovo, não houve um acompanhamento, alguém que analisa-se o que o cliente precisava, como ele precisava, pra quem precisava e porque precisava.

Os clientes em geral não são especialistas na área, e é por isso que contratam um, então o que eles julgam ser certo, passa pela experiência deles do que é certo, se não há um acompanhamento, fica um achismo de ambas as partes. O método é falho.

Mas não vou dizer que não dá certo, existe essa possibilidade sim, se o designer acertar o que a empresa quer, se a empresa souber exatamente o que a empresa precisa, ou seja, é muito dificil, mas é possivel. Muitas acreditam que chegaram a isso, mas descobrem depois que estão passando a mensagem errada e deixando de ganhar cliente, perdendo-os ou sendo relacionados com coisas negativas.

Você acerta por chute, e não é um modelo exclusivo de sites como o citado, agências em sua maioria fazem a mesma coisa: o cliente pede algo para eles, o atendimento interpreta do seu jeito, muitas vezes nem questiona se é isso mesmo que o cliente precisa, e faz um briefing para os designers, que, por sua vez, não trataram com o cliente e estão sujeitos a interpretação do atendimento, então, interpretam a interpretação do que o cliente interpretou sobre sua empresa. Confuso, não? Parece dar certo?


O cliente passa informações tendo em mente um resultado, o atendimento ouve, interpreta e sai com uma conclusão...

...que passa para o designer, que por sua vez, tem sua interpretação...

..e faz sua conclusão... Ai dizem — mas isso acontece porque o designer e o atendimento não foram fiéis ao briefing...

...mas na verdade, a empresa demanda outro tipo de logo, e como o cliente não é um especialista, lógico que ele não saberia apontar o caminho certo e mesmo que eles fossem fiéis, o cliente ficaria satisfeito mas a empresa sairia perdendo, e muito.

Na busca continua pela aprovação, e não culpem as pessoas por quererem a aprovação acima de tudo, esse modelo faz com que isso aconteça, mas voltando, na busca pela aprovação, ainda há uma interferência do cliente no trabalho do designer, influindo seus gostos pessoais, que ele acredita ser melhor para a empresa, mas no final é seu gosto pessoal. E ai se da o processo de — coloca mais pra esquerda, testa em 5 cores diferentes, faz umas 4 opções, etc.... É um modelo de chute e acerto.

É claro que existem agências que fazem um acompanhamento, onde seus designers são o próprio atendimento e a empresa é realmente é envolvida no processo. Em sua maioria, são escritórios parcialmente ou totalmente de branding.


Por isso acredito nele e no design estratégico, onde o processo é feito de dentro pra fora, primeiro pesquisamos o que é a empresa, o que ela faz, o que ela não faz, qual é a sua reputação, qual não é, porque não é, porque não faz, porque faz, enfim, tudo sobre a marca e sobre a empresa em si. A partir dai, temos todo um material para traçar sua estratégia e portanto fazer apenas 1 logo para representar essa estratégia.

Aqui no SSiri, nós apresentamos, normalmente, 3 caminhos e do caminho escolhido, fazemos a identidade. Porque há varias formas de mostrar a mesma coisa, e achar aquela que balanceia melhor o gosto do cliente e o que ele realmente precisa, é a ideal, sempre colocando em vista que o que ele realmente precisa tem prioridade, se a identidade que ele quer vai contra o que ele precisa, obviamente o que prevalece é o que ele precisa.

Meu conselho para as empresas é que procurem um escritório especializado, que utilize esse modelo, porque assim a marca será bem direcionada, posicionada e executada. Em vez de trazer mais custos e minar lucros, ela trará lucros e minará custos. Irá fazer a empresa crescer, trará um reconhecimento, atestará qualidade, engajará seguidores e muitos mais. Procurem o branding.


O SSiri é um estúdio especializado no design de marca (identidade visual, identidade verbal e logotipo), e para alcançar o melhor deste mundo acreditamos no branding e no design estratégico. O que fazemos é um ciclo que envolve a pesquisa, estratégia, implantação e experiência da marca. Nossa metodologia se apoia no branding, que é muito mais um instrumento de gestão do que de comunicação.



Fazemos identidade visual e logos, e temos um talento especial para o design de marcas, mas nossos serviços vão muito além disso. Um logo é apenas a tradução gráfica para uma marca, e essa sim, transmite toda essência de uma empresa. Somos especialistas em marcas.



Trabalhamos em uma relação de colaboração com nossos clientes, todo nosso trabalho é feito em conjunto, pois somos especialistas em marcas e, nossos clientes, especialistas em seus negócios, nada mais natural que uma ação conjunta para aproveitar o melhor dos dois mundos.

Nosso objetivo, além de valorizar as marcas brasileiras, é essencialmente viabilizar sonhos e paixões de maneira sustentável, adequando uma paixão e inteligência a um modelo de negócio que sustente esse sonho.


Mas o que é branding? Branding é um modelo de gestão de negócios que tem como principal foco sua marca, e, entenda que marca não é apenas um logo, marca é a percepção que o público possui sobre sua empresa, que deve ser conduzida, planejada e bem efetuada.

Para explicar o que é branding, primeiro explicaremos o que é marca, e para fazer isso, faremos uma analogia entre a empresa e uma pessoa.

Imagine que sua empresa é uma pessoa, ela tem uma personalidade, valores, missões, jeitos peculiares de se comportar, ela é unica, como sua empresa.

Portanto, se a empresa é uma pessoa, sua marca é igual a sua reputação, aquilo que as pessoas pensam e falam sobre você, porque a marca não é apenas um logo, a marca é a percepção da experiência com a empresa.

Isso nos leva aos pontos de contato, que são tudo que entra em contato direto com os consumidores, dentre os mais ativos estão o LOGO, e continuando a analogia, o que seria o logo? Seria como o vestuário de uma pessoa, aquele primeiro elemento visual que vemos e julgamos, aquela primeira impressão. E existem outros muitos pontos de contato, como o nome por exemplo, que é igual ao nome de uma pessoa, carrega um esteriótipo, uma percepção.

Mostrar-se de um jeito que você realmente não é, se vestir, falar e andar de um jeito que não é você, é o mesmo que uma empresa dizer que é algo que não é, soará como mentira, e nos 2 casos, será falsa, mentirosa.

Uma empresa que diz ser algo que na verdade não é, acaba com sua imagem de marca, é melhor você dizer a verdade, mesmo que seja ruim, do que mentir, ninguém gosta de ser "traído". Um consumidor traído jamais volta para a marca e pior, fará o máximo para disseminar o que acha dela.

A imagem de uma marca não é construida da noite pro dia, leva tempo e empenho, não é apenas a identidade corporativa que tem que estar alinhada com seu posicionamento, mas o jeito que seus empregados se comportam, os produtos e serviços que sua empresa oferece, a qualidade e como ela oferece, ou seja, um projeto de branding influi na gestão inteira do seu negócio.

Um projeto de branding, além de toda parte estratégica, gere pessoas, porque são elas que fazem sua marca, são elas que fazem sua empresa, e, é a partir desses representantes da sua marca que ela toma forma, conteúdo, que gera percepção.

O Branding está aberto para qualquer empresa, tenha ela propósito ou não, mas em todos os casos, demanda-se um comprometimento com a metodologia e disposição para sua caminhada.


E porque branding? Para explicar esta pergunta, temos que contar um pouco da evolução do mercado e, focar no diferencial, que é o elemento que faz do seu produto/serviço se destacar entre os demais, o que o traz identidade.



Antigamente era um mercado baseado nas vendas que tinham poucos ou nenhum concorrente e onde o foco da empresa era a fabricação de produtos para uma demanda existente, o diferencial era o produto ou serviço em si.



Conforme foram surgindo produtos a concorrência cresceu mas ainda havia diferenças entre os fabricantes que sustentavam a venda. Foi ai que o marketing era o modelo perfeito de negócio, já que ele identificava o que o mercado queria e entregava o produto ou serviço com aquele diferencial.

Hoje, os mercados estão saturados, os produtos e serviços são tão similares que os diferencias se confudem, trazendo uma guerra de preços e comoditização. Ainda há espaço para diferenciais novos, mas é muito dificil de se oferecer algo que ninguém mais oferece, e mesmo assim, concorrentes copiam seu diferencial com uma velocidade absurda e voltamos a guerra de preços.



É ai que entra o branding, porque no mercado de hoje, o diferencial é criar valor para a marca e trabalhar uma imagem diferenciada.

O branding posiciona a empresa com base na gestão de sua marca, seja um posicionamento baseado no mercado ou em um propósito.


O posicionamento da empresa, que trabalharemos para realçar com um trabalho de marca, faz com que seu produto/serviço alcance esse patamar de diferenciação e percepção de valor, e é por isso que o branding é o modelo que esta mais adequado ao presente mercado.